A Cooperativa Cultural Brasileira em parceria com a Cena Lusófona e o Circuito de Teatro Português de São Paulo realizam, dia 18 de novembro, quinta-feira, a partir das 15h00 horas, na sede da Cooperativa, o primeiro de um ciclo de debates sobre a cena teatral nos países lusófonos e ibéricos. Os debates acontecerão uma vez por mês a partir de novembro de 2010 e irão ocorrer até o fim de 2011.
Nesta primeira edição, o convidado é Rui Madeira, diretor teatral e coordenador do Theatro Circo em Braga – Portugal – e um dos diretores da Cena Lusófona de Coimbra.
Principais objetivos do primeiro encontro:
- melhorar as relações entre os países de língua portuguesa e língua espanhola;
- discutir sobre as possibilidades e necessidades do mundo do teatro (do fazer teatral) destes países;
- integrar os artistas e produtores atuantes nessa área;
- possibilitar a criação e difusão de intercâmbios entre as nações lusófonas e ibéricas,
- discutir programações conjuntas para o ano de 2012 (ano do Brasil em Portugal e de Portugal no Brasil e ano internacional do cooperativismo realizado pela ONU), 2014 (Copa do Mundo) e 2016 (Olimpíadas).
Estão convidados diretores de teatro, atores, produtores, representantes do governo municipal, estadual e federal.
Informações podem ser obtidas pelo telefone 11-38283447 com Gandia Silva ou pelo email cenateatral@coopcultural.org.br.
Idealização: Cooperativa Cultural Brasileira e Festival Circuito de Teatro Português.
Apoio: Cena Lusófona, Ministério da Cultura - Representação Regional do Estado de São Paulo, FEBRACCULT – Federação Brasileira das Cooperativas de Cultura, CBEC – Conselho Brasileiro das Entidades de Cultura.
Realização: Escola Cooperativa das Artes
Contato: http://www.coopcultural.org.br/
Serviço:
Circuito de Debates sobre a Cena Teatral Lusófona e Ibérica
Data: 18/11 – Quinta-feira.
Horário: a partir das 15h00.
Local: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, nº 252, 5º andar - Barra Funda, São Paulo/SP.
Circuito de Debates sobre a Cena Teatral Lusófona e Ibérica
Postado em 11 de novembro de 2010
por Cooperativa Cultural Brasileira
Departamento de Cultura e Fomento da CCB
Postado em
por Cooperativa Cultural Brasileira
Por Giorgio Rocha
Daisy Cordeiro é coordenadora do departamento de Cultura e Fomento da CCB. O departamento é responsável por estabelecer o relacionamento entre cooperados e entidades contratantes como Sescs e prefeituras e, também, pelo recebimento e formatação de material dos cooperados para apresentação.
Qual o material necessário que o cooperado deve enviar para torna possível a contratação por instituições como Sescs e prefeituras?
Daisy Cordeiro: Release dos espetáculos contendo a sinopse, a ficha técnica completa, fotos com boa resolução, necessidades técnicas, mapas de som e luz. No caso dos segmentos teatro, dança e circo, um DVD com os espetáculos na íntegra. Para a área de música, duas faixas em MP3 e se tiver vídeo clipes, ou links de shows ao vivo na internet (Youtube, Myspace, site pessoal, etc.). Para as oficinas: objetivos, justificativas, metodologia, qual a carga horária, número mínimo e máximo de participantes, faixa etária, valor total da oficina ou valor por hora/ aula e material utilizado.
O cooperado tem que saber que a boa apresentação de seu produto reflete no resultado, que é trabalhar. Quanto mais completo o material melhor! Após o recebimento do material, ele é encaminhado às entidades contratantes.
Como foi estabelecido o relacionamento entre a cooperativa com Sescs, prefeituras e outras entidades contratantes?
Daisy Cordeiro: O relacionamento é estabelecido todos os dias. A Cooperativa Cultural Brasileira tem uma lista bastante completa de entidades contratantes, mas não paramos aí! Procuramos ficar sempre atentos à abertura de novos projetos de cultura, às convocações de editais de contratação das prefeituras do Município de São Paulo e do interior e de outros estados.
A grande meta é que a Cooperativa seja sempre consultada por essas entidades, para tanto é importantíssimo o cooperado acreditar na Cooperativa e utiliza – lá sempre, assim ela torna-se forte e com credibilidade no mercado cultural. A Cooperativa está sempre fomentando “Qualificação de Agentes Culturais”, como também, “Seminários sobre Cooperativismo” em diversas secretarias de cultura do Estado.Essas ações estreitam as relações entre o artista e a instituição cultural da sua cidade. A Cooperativa Cultural Brasileira possui cooperados em diversas regiões do país, como por exemplo: interior de São Paulo, Recife, Salvador, Belo Horizonte, etc.
Como o departamento de Cultura e Fomento se relaciona com os cooperados de outras regiões, e quais serviços são oferecidos a eles?
Daisy Cordeiro: Frequentemente convocamos os cooperados a atualizar seu material junto à Cooperativa. O trabalho desenvolvido pela Cooperativa tem que somar com a participação ativa do cooperado. Ao aparecer uma consulta em Recife, por exemplo, eu envio imediatamente o material que tenho arquivado. A Cooperativa está sempre de portas e ouvidos bem abertos a todos os cooperados, esclarecendo dúvidas e orientando. A cooperativa tem departamentos de projetos, administrativo e financeiro, capacitados para realizar qualquer tipo de empreendimento cultural. Um departamento de Comunicação para divulgação dos espetáculos via Twitter, blog, Orkut, Facebook, Youtube e jornal. E também a Escola Cooperativa das Artes, além da promoção de saraus, enfim, a intenção é sempre ampliar as oportunidades.
A importância da formalização do trabalho dos profissionais da cultura
Postado em
por Cooperativa Cultural Brasileira
Por Giorgio Rocha
O blog da CoopCultural realiza uma série de entrevistas com autoridades e representantes do sistema cooperativista sobre a questão da informalidade dos trabalhadores do setor cultural. Veja a seguir as respostas.
O blog da CoopCultural realiza uma série de entrevistas com autoridades e representantes do sistema cooperativista sobre a questão da informalidade dos trabalhadores do setor cultural. Veja a seguir as respostas.
Juca Ferreira, Ministro da Cultura
“A informalidade é um dos principais problemas na economia da cultura: atinge mais da metade dos trabalhadores da Cultura.
Sem a formalização, esses profissionais não se beneficiam de direitos fundamentais e não podem, ainda, participar de editais, do acesso a incentivo fiscal e nem de concorrências públicas.
O Ministério da Cultura prepara uma campanha para a formalização do trabalhador da cultura em parceria com o Sebrae. O objetivo é estimular duas opções de formalização: o Micro Empreendedor Individual (MEI) e o Simples Nacional.
Essa qualificação do trabalho na cultura por meio da formalização é fundamental para fechar o círculo virtuoso da dinamização da economia da cultura.
Esta dinamização inclui e exige a modernização da lei dos direitos autorais, a existência do Vale-Cultura e a reformulação da Lei Rouanet, que estamos tocando em conjunto com os artistas, o Congresso e o empresariado.”
Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras
“O Brasil é um país extremamente rico em cultura e formado por profissionais muito bem preparados para atuar na disseminação das diversas expressões culturais. A formalização desse trabalho não se traduz apenas nas relações celetistas, de emprego e salário, mas sim na relação trabalho e renda, que pode ser contratual e viabilizada por uma cooperativa. Tem-se clara, então, a importância das cooperativas para o reconhecimento, por parte da sociedade brasileira, desses profissionais, contribuindo diretamente para a união e fortalecimento da categoria, sua capacitação, conquistas de novas oportunidades no mercado de trabalho e para a valorização da profissão“.
Edivaldo Del Grande, presidente da Organização das Cooperativas de São Paulo
“A cultura é um instrumento fundamental de integração, informação e cidadania. Para que ela se fortaleça, é preciso que seus agentes sintam-se, sobretudo, seguros legal e financeiramente, e não tenho dúvida de que é a formalização de sua atividade que pode conferir essa necessária estabilidade.
Em um país que tão pouco apoio confere à cultura, é fundamental que seus players garantam por si sua permanência no mercado. A Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo acredita no cooperativismo como o caminho ideal para a formalização desses profissionais”.
Dia Nacional da Cultura
Postado em 5 de novembro de 2010
por Cooperativa Cultural Brasileira
Hoje, 5 de novembro, é dia de celebrar a nossa cultura, construída através da contribuição de povos de todas as partes do mundo. A rica cultura brasileira merece ser lembrada e festejada sempre. Triste é o povo que não conhece com clareza as manifestações que formam a sua identidade cultural.
A Cooperativa Cultura Brasileira trabalha, desde 2004, para que todo dia seja o Dia da Cultura e realiza ações, dentro e fora do país, para promover a diversidade da nossa cultura.
Neste 5 novembro e em todos os dias: viva a cultura brasileira!
Equipe da Cooperativa Cultural Brasileira.
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